Suplementos Alimentares, pra quê?

O que são os suplementos alimentares?

Os suplementos alimentares são substâncias elaboradas industrialmente. Eles têm o objetivo, como o próprio nome diz, de complementar algum nutriente que replica Rolex porventura falte na alimentação de um determinado indivíduo.

Via de regra, os suplementos jamais podem substituir uma alimentação saudável e equilibrada. Mas sim complementá-la e enriquecê-la com algum nutriente fundamental e faltoso nesta dieta.

Como os suplementos alimentares podem ser classificados?

Os suplementos alimentares são classificados conforme a sua composição e a sua finalidade.

De acordo com a composição, os suplementos pode ser proteicos, de fibras, de carboidratos, de lipídios, polivitamínicos e probióticos. 

Neste grupo, há os suplementos alimentares ditos completos. Geralmente tem alto valor calórico e são compostos por todos os micro e macronutrientes, por isso são classificados como completos.

Dentre os suplementos alimentares, o mais popularmente conhecido é o whey protein. Este é a proteína do soro do leite, comercializado isolado, ou associado a outros nutrientes.

Seguem abaixo alguns outros exemplos de suplementos distribuídos conforme sua composição..

Suplementos de proteínas:

  • Proteína do soro do leite (whey protein)
  • Caseína
  • Albumina
  • Aminoácidos
  • Proteínas vegetais
  • Proteínas da carne

Suplementos de carboidratos:

  • Maltodextrina

Suplementos de lipídeos:

  • Óleo de coco e de peixe

De acordo com a finalidade , há os suplementos Omega replica auxiliadores ergogênicos. O objetivo destes suplementos é melhorar a performance de atletas ou praticantes de atividade física durante o exercício.

Como usar?

Cada suplemento deve ser utilizado com algum propósito, como por exemplo, auxílio no aumento de massa muscular, fornecimento de energia durante os treinos, complementação dietética em pacientes que tem uma ingestão alimentar reduzida, dentre outros.

Fato é que nenhum deles alimentar emagrece. Aliás, nenhum alimento emagrece. É importantíssimo ter ciência disso. É muito comum, pessoas se utilizarem de algum suplemento com tal finalidade, mas sem se adequar ao propósito dele.

A utilização de algum suplemento baseando-se na máxima “é alimento, logo não faz mal” é um desmazelo com a própria saúde. Se isso fosse verdade, não haveria intoxicação alimentar.

Em resumo, existe um gama vastíssima de suplementos alimentares. Algumas vezes, um mesmo suplemento pode ser utilizado com finalidades diferentes e por tal motivo a individualização nutricional deve ser adotada. Consultar-se com profissionais capacitados, informar-se em boas fontes de pesquisa, e ter bom senso, são sempre as melhores respostas. A saúde é a prioridade!

Reforço que este artigo não substitui uma consulta médica presencial.

Alimentação e Inflamação, qual a relação?

Sim, de fato uma alimentação saudável tem uma ação sobre a inflamação em nosso corpo. E como sabemos que estamos inflamados? Na verdade, há dois tipos de inflamação: a aguda e a crônica. A aguda é aquela decorrente de algum trauma ou infecção e é manifestada como uma vermelhidão na pele ou mesmo dor.

A inflamação crônica é silenciosa, assintomática e por tal motivo é a mais perigosa. De uma forma mais geral, ela pode ser resultante de sobrepeso e obesidade. O estresse também é uma condição que perpetua essa inflamação.

Existem algumas doenças, sobretudo as do colágeno, ou doenças reumáticas, que também ocasionam uma inflamação crônica. São condições que normalmente demonstram necessidade de uso de medicamentos, mas a alimentação pode influenciar enormemente na intensidade de sintomas.

Como suspeitar dessa inflamação?

A inflamação crônica normalmente é assintomática. O jeito mais simples de se suspeitar é constatando-se um percentil de gordura corporal (PGC) aumentada. Este PGC aumentado pode ocasionar sintomas como insônia, depressão e irritabilidade.

A fadiga exagerada para se realizar simples atividades é uma condição que pode estar relacionada a este estado inflamatório crônico.

Não há necessidade crucial em se definir se há uma inflamação ou mesmo em se determinar o seu nível de gravidade, utilizando algum exame de sangue ou de imagem específicos.

A dosagem de colesterol, glicose, ácido úrico e proteínas inflamatórias no sangue tem a função de se avaliar as complicações deste estado inflamatório crônico, que são o diabetes, a hipertensão ou as doenças vasculares.

Exames como a antropometria ou a bioimpedância seriadas são importantes no acompanhamento da perda de peso corporal.

E que hábitos alimentares são os vilões neste estado inflamatório?

Os alimentos processados são grandes causadores desta inflamação. Carboidratos refinados são os mais envolvidos neste processo. O consumo excessivo de carnes e gorduras podem também ser responsáveis.

O tecido adiposo, ou a gordura corporal,  quando em excesso, leva a um aumento na produção de substâncias inflamatórias, chamadas de citocinas. De uma forma simplificada, este é o principal mecanismo da inflamação.

 

Existe alguma dieta antiinflamatória?

O princípio básico de qualquer dieta antiinflamatória, é a redução no consumo deste agentes pró inflamatórios. Não faz nenhum sentido consumir alimentos com características antiiflamatórias, sem modificar o consumo dos agentes causadores da inflamação.

O consumo adequado de água e a prática regular de exercícios físicos são medidas incluídas na dieta antiinflamatória.

Quais alimentos devem ser evitados?

  • Sucos industrializados ou bebidas com adição de açúcar;
  • Carboidratos refinados: pão braco, bolos, massas de farinha refinada;
  • Gorduras hidrogenadas ou trans e certos óleos: margarinas e óleos de milho e soja;
  • Lanches: “snacks”, batatas fritas ou petiscos;
  • Carnes processadas ou embutidos;
  • Excesso de bebidas alcoólicas.

 

Após a adequação alimentar, quais alimentos podem ser adicionados devido ao seu perfil antiinflamatório?

  • Vegetais: aspargos, brócolis, couve, agrião;
  • Oleaginosas: castanhas de caju e do Pará;
  • Azeite de oliva;
  • Frutas vermelhas: morango, mirtilo, framboesa, acerola;
  • Peixes: sardinha e anchovas;
  • Grãos: lentilhas
  • Especiarias: açafrão ou cúrcuma, pimentas, gengibre e canela.

 

O que pode ser melhorado com a dieta antiinflamatória?

O controle de peso é o principal objetivo. Em consequência, os níveis de pressão e de glicose são melhor controlados.

O perfil lipídico e a esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado) são melhorados.

Doenças como o lúpus e artrites, tem sua atividade controlada em pacientes com uma dieta saudável e com características antiinflamatórias.

Em suma, a dieta antiinflamatória não é mais um modismo. É uma denominação para a alimentação saudável. A inflamação é uma condição que gera sofrimento ao nosso corpo e, por tal motivo, devemos preveni-la e combate-la de imediato.

Um profissional capacitado em terapia nutricional deve ser sempre consultado. Qualquer medida terapêutica deverá ser individualmente orientada para que o alívio dessa inflamação e o tratamento de suas complicações (obesidade, diabetes, hipertensão) sejam efetivamente alcançados

Alimentação no Inverno

Qual a importância do cuidado com a alimentação no inverno? Qual a explicação de comermos tanto nesta época? Basta cair a temperatura que bate aquela vontade de ingerir caldos, fondues, pratos quentes em geral, doces daqueles bem calóricos.

Em temperaturas baixas gastamos mais energia para manter nossa temperatura cheap replica watches corporal normal estável. E para compensar tal gasto, consumimos mais calorias.  A fonte mais fácil e abundante de fornecimento de energia está nos carboidratos, sendo assim, e de forma até instintiva, tendemos a ingerir alimentos mais ricos deste nutriente.

O QUE OCORRE COM O NOSSO CORPO NO INVERNO?

A consequência principal desta mudança alimentar no Rolex replica inverno é o ganho de peso as custas de massa gordurosa. Junto a isso, verifica-se um aumento dos níveis da fração LDL do colesterol (chamado de “colesterol ruim”), o que é agravado pelo maior sedentarismo induzido pelas baixas temperaturas.

A hidratação reduz-se drasticamente no inverno. O frio diminui a sensação de sede e por tal motivo a desidratação em baixas temperaturas é mais facilmente atingida em situações de privação ou perda.

A exposição solar também é mais restrita e por isso nossos níveis de vitamina D caem replica watches uk bastante.

COMO DRIBLAR OS EFEITOS MALÉFICOS DAS BAIXAS TEMPERATURAS?

Para minimizarmos estes efeitos deletérios da estação, devemos priorizar a hidratação abundante. Não devemos esperar ter sede para ingerir água. A hidratação deve replica Breitling watches ser constante. Lembrando que refrigerantes não são substâncias hidratantes, muito pelo contrário, podem causar desidratação pelo alto teor de sódio que eles possuem, sobretudo os diet.

Dentro do possível, o ritmo de atividade física deve ser mantido. Este ritmo deve ser regular, preferindo-se ambientes fechados para se exercitar.

QUE ALIMENTOS INGERIR?

Basicamente e como regra geral, devemos manter um equilíbrio alimentar em todas as estações do ano.

  • Escolher boas fontes de carboidratos, tais como alimentos integrais, frutas e legumes;
  • Associar proteínas de boa qualidade, como peixes, ovos, carnes magras e leite;
  • Alimentos termogênicos devem ser inseridos no cardápio diário.
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Alguns produtos devem ser prioridades na alimentação no inverno pelo seu efeito termogênico, ou seja, característica que alguns alimentos têm de aumentar a temperatura corporal quando ingeridos. Exemplos clássicos destes alimentos são o alho, cebola, páprica, canela e a pimenta. Alimentos ricos em vitamina C entram nesta lista de escolha pois, além de potentes antioxidantes, tem um efeito de fortalecimento imunológico e consequentemente preventivo de gripes e resfriados. Exemplos mais comuns são as frutas cítricas e as frutas vermelhas ( as berries )

DICAS DE PREPAROS PARA A ALIMENTAÇÃO NO INVERNO

Caldos de legumes com folhas inteiras, associados a carnes pouco gordurosas são uma boa opção.

Chás quentes com canela e gengibre devem ser consumidos devido ao seu efeito imunoprotetor, além de também serem termogênicos, efeito também visto no chá de hibisco.

Frutas devem ser ingeridas sem restrições, sobretudo as cítricas.

Cogumelos frescos são boas fontes de Breitling replica proteínas e vitamina C, sendo bons alimentos a serem consumidos.

Refeições mais ricas em proteínas são as melhores opções paro inverno.

Mantendo-se esta rotina alimentar, além de um bom controle de peso, podemos obter uma proteção imunológica e ficar livres de gripes e resfriados, que são tão comuns nesta época.