Dieta e Fim de Ano

E a dieta, como fica?

Despedimo-nos de um ano e recebemos um novo e a dieta, como fica? É praticamente uma rotina anual o exagero alimentar. É excessivo o consumo de alimentos gordurosos, ricos em carboidratos simples e sódio. É uma época em que a dieta saudável fica de lado e os exercícios também. Sentimo-nos inchados (literalmente mais pesados), com sintomas de má digestão e um mal funcionamento intestinal (tanto constipação quanto diarreia).

Não é o objetivo aqui pregar que devemos evitar estes replica watches UK excessos na época das festas de fim de ano. É época de reunir pessoas e confraternizar, e comida une pessoas. Vamos celebrar.

O que ocorre com nossos órgãos?

O fígado fica inflamado devido ao consumo excessivo de alimentos processados e gordurosos, além dos exageros com o álcool.

Pelo mesmo motivo, o intestino fica mais lento.  Acumulamos mais gases devido a ingestão excessiva de carboidratos simples.

Nesta época temos também uma maior tendência a perda de massa muscular, tanto pelo sedentarismo, quanto pelo consumo excessivo de álcool.

Foco em soluções. Como podemos melhorar?

Cessar o consumo excessivo destes alimentos é o primeiro passo. Deixemos o excesso restrito às festas.

Hidratação é mandatória. A água replica Rolex literalmente purifica. Somente evite consumi-la junto às refeições, deixe para 40 minutos antes ou após. Ingerir água junto com o almoço ou o jantar pode lentificar o processo digestivo.

Recupere a rotina regular de exercícios físicos o quanto antes.

Alguns alimentos tem propriedades que aceleram a recuperação do trato digestivo e a do nosso corpo como um todo, são eles:

  • Água: hidratação, com já dito, é fundamental para um bom funcionamento global do nosso corpo;
  • Abacate: alimento com boas gorduras e fibras. Além disso possui potentes antioxidantes que auxiliam no alívio da inflamação instalada sobre o fígado;
  • Azeite de Oliva: fonte de ômega nove, uma das boas gorduras, que tem ação importante ação antiinflamatória;
  • Folhas verdes: fontes de fibras e de potentes antioxidantes, que replica Breitling watches melhoram o funcionamento intestinal;
  • Frutas vermelhas: possuem potentes antiinflamatórios que atuam sobre o fígado;
  • Beterraba e cenoura: alimentos ricos em betacaroteno, substância que é convertida em vitamina A (retinol), ou então agir como um antioxidante;
  • Brócolis: possui substâncias que facilitam a eliminação de toxinas pelo fígado, além de ser uma boa fonte de fibras;
  • Limão: rica fonte de antioxidantes, além de facilitar o processo digestivo como um todo;
  • Gengibre: preparado sob a forma de chás ou ingerido puro, esta raiz melhora a digestão dos alimentos.

É importante associar ao consumo destes alimentos, uma dieta saudável e equilibrada. Boas fontes de proteínas, gorduras e carboidratos complexos continua sendo as melhores escolhas.

Uma avaliação gastroenterológica e nutricional no caso de sintomas persistentes devem ser sempre considerados.  Vamos celebrar e manter o cuidado com a saúde sempre.

Câncer x Alimentação

Uma má alimentação é considerada a segunda causa de câncer que pode ser prevenida. No Brasil, cerca de 20% dos casos são causados por maus hábitos alimentares. Uma alimentação rica em vegetais e pobre em alimentos ultraprocessados, como aqueles prontos para consumo ou prontos para aquecer e bebidas açucaradas, podem prevenir de 3 a 4 milhões de casos novos a cada ano no mundo.

Há alimentos que curam o câncer?

O fato é que nenhum alimento tem o poder de curar o câncer, seja ele de que tipo for e em que estágio estiver. Há alimentos com alto teor de antioxidantes, que são compostos auxiliares a saúde corporal e que tem um poder de prevenir doenças. Exemplos comuns e acessíveis: limão, gengibre, curcuma, canela e pimentas.

Peso Corporal Influencia no Surgimento do Câncer?

Sobrepeso, obesidade e o ganho de peso na fase adulta Fake watches estão associados a cânceres no esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino grosso, rins, mama, ovário, endométrio, meningioma, tireóide, miolema múltiplo, próstata e linfoma difuso de grandes células B. Ou seja, quase todos os tipos.

Tudo isso acontece pois o tecido gorduroso gera uma intensa inflamação no corpo. Tal inflamação pode causar danos e mutações em células, o que aceleraria o surgimento da doença.

Mitos e Verdades

Há muitos mitos e verdades sobre a relação da alimentação com o câncer. Listei abaixo os top 10, de acordo com dados apresentados pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer).

Verdades:

Mitos:

  • MITO: consumir alimentos aquecidos no aparelho de microondas causa câncer. Isso não foi comprovado, já que estas microondas não alteram a estrutura molecular dos alimentos.
  • MITO: alimentos curam o câncer. Nenhum alimento replica watches cura o câncer. O consumo regular de fibras e evitar o de alimentos ultraprocessados previne o surgimento de diversos tipos de cânceres.
  • MITO: o consumo de carne vermelha causa câncer. Não, o consumo de carne vermelha não causa câncer, desde que seja inferior a meio quilo por semana. O preparo também influencia. Carnes tipo churrasco, tem compostos chamados nitrosaminas, que tem relação com certos tipos canceres.
  • MITO: suplementos alimentares tipo polivitamínicos previnem o câncer. Não, não previnem. O consumo indiscriminado e sem indicação médica, pode gerar certos transtornos a saúde.
  • MITO: adoçantes causam câncer. Isso não foi comprovado em humanos, somente em animais. A recomendação é o consumo moderado de adoçantes de fontes naturais tipo estévia e taumatina. Agora, pense um pouco em saborear o alimento, não adicione açúcar ou adoçante.

E a maior verdade, informe-se sempre, estude, não mantenha dúvidas. Consulte sempre o seu médico e se oriente a melhor forma possível. A sabedoria nos traz paz e serenidade, o conhecimento previne doenças, lembre-se disso.

Hepatite Medicamentosa: Um Alerta

Muito pouco se comenta, mas a hepatite medicamentosa é uma doença cada vez mais diagnosticada. E quando se fala em automedicação, a população brasileira talvez seja a campeã mundial, pois a frequência de uso de medicamentos de forma não indicada tem aumentado de forma alarmante.

Parentes, o colega de treino ou o balconista da farmácia replica Rolex se tornaram corriqueiros prescritores, o que aumenta a incidência desta doença. Mais de 900 medicamentos orais e injetáveis, toxinas e ervas foram relatados como causadores de hepatites medicamentosa, que é uma lesão caracterizada pela inflamação e morte de células hepáticas, fato este que leva a disfunção deste órgão.

Uma estatística assustadora

Cerca de 10% dos pacientes com hepatite medicamentosa Rolex replica evoluem para óbito ou necessidade de transplante de fígado. Ou seja, em cem pessoas que consomem um determinado medicamento sem indicação ou prescrição, cerca de dez podem ter a necessidade de um transplante hepático ou morrer.

Os exames de função hepática na hepatite medicamentosa podem permanecer alterados por cerca de seis meses, em até 20% dos casos. A cirrose pode ocorrer em cerca de 3% destes pacientes. É pouco, mas a cirrose é uma doença que mata, somente é curada com transplante de fígado e, antes de matar, leva a um sofrimento descomunal.

Sintomas da Hepatite Medicamentosa

Os sintomas são altamente variáveis, pois vão desde a elevação assintomática de enzimas hepáticas até insuficiência hepática fulminante, patologia grave, letal, cujo tratamento é o transplante.

Os sintomas mais comuns na hepatite medicamentosa são:

  • Icterícia (amarelão);
  • Febre;
  • Dor abdominal;
  • Sonolência e hemorragias em casos mais graves.

Algumas patologias podem predispor a hepatite Breitling replica watches medicamentosa, pois também afetam o fígado:

  • Alcoolismo e associação com o uso de outros medicamentos;
  • Diabetes;
  • Desnutrição;
  • Obesidade e Esteatose Hepática.

Componentes relacionados a Hepatite Medicamentosa

Todo medicamento metabolizado pelo fígado, pode causar hepatite medicamentosa. Esta doença, em muitas vezes, não depende da dose do medicamento, pois pequenas doses causam a lesão. Já outros medicamentos, como o paracetamol, podem causar hepatite medicamentosa, sobretudo quando utilizado em doses mais altas.

O uso frequente e indiscriminado de anabolizantes aumentou a incidência de hepatite medicamentosa entre jovens. É válido ressaltar que a incidência de hepatites virais, sobretudo a B e a C, cresceu neste grupo devido ao compartilhamento de seringas.

Medicamentos fitoterápicos tem sua contribuição nos números da hepatite medicamentosa. Chás, como o de Confrei, podem levar a uma doença hepática pois causam obstrução de seus vasos (doença veno-oclusiva) de 19 a 45 dias após o seu consumo.

Outros chás podem ser agentes da hepatite medicamentosa:

  • Cavalinha;
  • Kava-kava;
  • Ma-huang;
  • Chá verde;
  • Valeriana;
  • Cáscara sagrada;
  • Unha de gato;
  • Chaparral.

Tratamento e Prevenção

Evitar automedicação é o primeiro passo para prevenção de hepatite medicamentosa. O conhecimento dos agentes comumente implicados e o alto índice de suspeita são essenciais pois auxiliam no diagnóstico e no estabelecimento de uma terapêutica precoce. Um banco de dados útil para pesquisa de fármacos correlacionados a hepatite medicamentosa é o Liver Tox.

Ao primeiro sinal de doença hepática deve-se procurar de imediato um pronto atendimento, pois é uma doença grave. A internação hospitalar, quando indicada, deve ser feita com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar (gastroenterologista/hepatologista infectologista, clínico e equipe de terapia nutricional) em um hospital que possua um centro de terapia intensiva.

Procure sempre um médico, pois este é o profissional capacitado a lhe auxiliar. Informe-o sobre qualquer medicamento ingerido, pois isso auxilia o monitoramento dos sinais clínicos e os exames laboratoriais. Quando qualquer sintoma de qualquer doença não melhora, a indicação é rever o diagnóstico para se estabelecer uma nova conduta. Nunca use medicamentos sem indicação médica. O bom senso, adequada utilização de informações e autocuidado são atitudes fundamentais pois levam a uma vida plena e a prevenção de doenças.

Mau Hálito

O mau hálito, ou halitose, é uma condição desagradável e fruto de grande desconforto para muitos pacientes. Cerca de 30% da população sofre com este problema, que muitas vezes é despercebido pelo próprio indivíduo, mas alertado por terceiros.

O mau hálito é causado pela decomposição de restos de alimentos ou pela descamação de células da própria mucosa oral. Tal decomposição, que é feita por bactérias da própria boca, produz gases hublot replica causadores do odor fétido, chamados de compostos sulfurosos voláteis.

Estas bactérias causadoras de mau hálito são encontradas na base dos dentes, nas chamadas bolsas periodontais, em cáries e principalmente na parte mais posterior da língua, ocasionando o que conhecemos por saburra lingual.

Causas do Mau Hálito

Há inúmeras causas para o mau hálito e cerca de 90% estão localizadas na própria boca.

  • Má higiene oral;
  • Gengivites e periodontites;
  • Saburra lingual;
  • Baixa salivação;
  • Amidalites;
  • Tabagismo e etilismo;
  • Acúmulo de resíduos alimentares na garganta (caseum);
  • replica tag heuer watches
  • Otites, sinusites e rinites;
  • Baixa hidratação.

Doenças do sistema digestivo também podem causar o mau hálito. Um exemplo disso é o megaesôfago (dilatação anormal do esôfago), condição encontrada na acalasia (disfunção no relaxamento da válvula inferior do esôfago) e na doença de Chagas.

O refluxo gastroesofágico não é uma causa muito bem estabelecida de halitose. A característica dos odores provenientes dos ácidos do estômago não tem relação com a dos compostos sulfurados voláteis gerados pelas bactérias da boca. Os resultados de estudos ainda não são consistentes.

Os estudos também não são consistentes em relação a erradicação do H.pylori e o tratamento do mau hálito. Por isso não se deve referir que o tratamento desta bactéria irá aliviar a halitose.

Diagnóstico

O diagnóstico é inicialmente clínico, ou seja, o próprio profissional consegue detectar a halitose a uma distância padronizada do paciente.

Há aparelhos que detectam os compostos sulfurosos voláteis, o mais comumente utilizado é o Halimeter. Um método chamado sialometria avalia o volume do fluxo salivar e pode ser feito, pois a hipossalivacão interfere na halitose.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com a causa da halitose. Higiene oral é o primeiro passo. A escovação lingual deve ser orientada. É importante que esta seja suave e não traumática, rolex replica watches já que a escovação excessiva pode ser fator gerador de lesões que podem piorar o mau hálito.

Maus hábitos alimentares, sobretudo os com sobrecarga de alimentos processados e de carboidratos simples, baixo teor de fibras e com baixa hidratação, podem ter relação indireta com a origem do mau hálito.

A endoscopia digestiva alta não deve ser solicitada rotineiramente na investigação da halitose, somente em casos selecionados. A avaliação do gastroenterologista é fundamental nestes casos, sobretudo nos refratários.

A ansiedade com o diagnóstico e a timidez social gerada pela halitose jamais devem ser fatores impeditivos ao atraso no diagnóstico e no tratamento correto desta condição.

Aftas Orais

O que são aftas orais?

As aftas orais são, em geral, pequenos ferimentos na boca. São lesões rasas e de fundo limpo. Causam um dor local leve, omega replica tendo uma evolução rápida e um curso geralmente benigno. Mas apesar de serem benignas, em alguns casos podem ser dolorosas, o que gera desconforto em falar e deglutir o alimento.

Em boa parte das vezes não tem causa infecciosa. É um problema comum, acomete cerca de 20% da população mundial de forma recorrente. Mas pode-se dizer que todo ser humano, pelo menos uma vez na vida já apresentou alguma afta na boca.

A maioria das aftas dura em média sete dias. Aftas podem demorar mais a cicatrizar devido ao trauma contínuo com dentes, a depender de sua localização.

As aftas muitas vezes podem confluir e ocasionar lesões maiores e mais profundas. Podendo gerar ínguas (linfonodos) no pescoço ou abaixo da mandíbula. As vezes causam até febre, mas nem por isso são malignas.

Causas das aftas orais

As aftas não tem causas bem estabelecidas. Há suspeitas de que podem ser ocasionadas por deficiências imunológicas, mas ainda não há uma comprovação científica.

Alguns fatores são claramente conhecidos:

  • Mordidas locais;
  • Traumas durante a escovação dental;
  • Tabagismo;
  • Hublot Replica
  • Alimentos excessivamente condimentados;
  • Alimentos com acidez excessiva, geralmente os industrializados;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Alguns medicamentos como anti-inflamatórios ou aspirina;
  • Deficiências vitamínicas e minerais, como vitamina B12, vitamina C, zinco, ferro ou ácido fólico.

Aftas, de fato, não causam mau hálito e nem são transmissíveis pelo beijo.

Há algumas doenças que podem ocasionar o aparecimento de aftas. Geralmente estas aftas tem um aspecto mais específico e uma duração e recorrência muito maior. São exemplos o herpes simples, doença de Crohn, sífilis e a doença celíaca.

Aspectos que preocupam nas aftas, além de sua demora para cicatrizar, é o seu surgimento em outros locais do corpo, como por exemplo olhos ou região genital.

O câncer de boca é algo importante a ser mencionado. Aftas não predispõem ao câncer de boca. No entanto, lesões que não melhoram e que mantém um crescimento progressivo, devem ser imediatamente avaliadas.

Tratamento

O primeiro passo a ser orientado no tratamento das aftas é a instituição de hábitos alimentares saudáveis. Dietas ricas em sódio e em carboidratos simples devem repudiadas. O cigarro é um fator causal importante e deve ser suspenso.  Dietas ricas em fibras podem estar relacionadas a melhora da recorrência das aftas.
Alguns medicamentos podem ser utilizados, sobretudos aqueles tópicos que possuem corticoide ou analgésicos em sua composição. Nestas situações, um médico deve ser consultado.

Soluções caseiras, tipo aplicação de amido de milho, replica rolex pasta de dente ou fermento sobre a afta, ou mesmo manipulação desta, não são indicadas. O risco de infecção secundária aumenta sobremaneira.

Ainda não é certo afirmar que a infecção pelo H.pilory (bactéria presente no estômago causadora de gastrites e úlceras) seja responsável pela recorrência das aftas. Fato que ilustra tal situação é a não verificação de melhora das aftas após o tratamento do desta bactéria.

Em suma, nas aftas orais, devemos nos ater a orientação de hábitos alimentares saudáveis e a atenção aos  sinais de alerta. Consultar um gastroenterologista em casos de recorrência ou demora na melhora das aftas é sempre uma atitude prudente.

Refluxo Gastroesofágico

Já apresentou alguma vez uma sensação de queimação, mais conhecida como azia? Pode ser uma sintoma de refluxo gastroesofágico. Saiba como descobrir, tratar e prevenir esta doença.

O refluxo gastroesofágico é uma doença do sistema digestivo que é causada pelo retorno de ácidos produzido pelo estômago para o esôfago. Este refluxo gera uma irritação ou mesmo replica rolex watches feridas na mucosa do esôfago, fato este, o desencadeador de sintomas.

Os sintomas mais comumente replica Omega observados no refluxo gastroesofágico são:
• Azia ou pirose:
• Empachamento ou má digestão;
• Arrotos frequentes;
• Náuseas;
• Irritação na faringe ou pigarro.

Em menor escala, podem ser observados alguns sintomas Rolex replica como tosse, erosões dentárias ou disfagia (dificuldade para engolir); este último refletindo um agravamento da doença.

Ao contrario do que se pensa, o refluxo não é ocasionado por um aumento da secreção de ácidos pelo estômago. A fragilidade no esfincter esofageano inferior, válvula que impede o refluxo, e a dificuldade no esvaziamento gástrico são os mecanismos mais replica watches comumente envolvidos nesta patologia.

A fragilidade no esfíncter inferior do esôfago pode ser ocasionada por alguns alimentos, tais como frituras e alimentos ricos em sal. Algumas condições clínicas como o diabetes, a obesidade e o alcoolismo, medicamentos como AAS, aintiiflamatórios e antibióticos podem também acarretar este enfraquecimento.

O esvaziamento lento do estômago, pode ser ocasionado também por alimentos ricos em sal, gorduras e carboidratos simples (massas e pães). Obesidade, diabetes, consumo excessivo de álcool podem lentificar o esvaziamento do estômago.

O diagnóstico do refluxo gastroesofágico é suspeitado através da queixa clínica do paciente e a sua confirmação é feita pela endoscopia digestiva. Outros exames utilizados para auxîlio diagnóstico são a phmetria e a manometria esofágica.

O tratamento do refluxo gastroesofágico baseia-se sobretudo em medidas dietéticas:

• Evitar refeições volumosas;
• Reduzir o consumo de gorduras, carboidratos simples e sal;
• Não ingerir café, refrigerantes e bebidas alcoólicas;
• Não deitar após as grandes refeições do dia;
• Priorizar a ingestão de alimentos naturais, frutas e vegetais;
• Não tomas líquidos junto com as refeições;
• Cessar o tabagismo.

O exercício físico regular melhora o funcionamento do sistema digestivo e por isso é uma medida eficaz e altamente recomendada no tratamento do refluxo gastroesofágico.

Medicamentos também são indicados no tratamento do refluxo. Antiácidos e procinéticos (medicamentos que melhoram o esvaziamento gástrico) podem ser utilizados rolex replica watches como medidas auxiliares. Algo importante a ser ressaltado é que medicamentos jamais devem ser a base deste tratamento, o foco principal é a melhora nos hábitos alimentares e de estilo de vida.

A doença do refluxo gastroesofágico é altamente prevalente entre a população geral. Em grande parte das vezes, estes sintomas são ignorados, associado a isso, quando o tratamento é orientado, as medidas dietéticas não são contempladas. Mudanças no estilo de vida e melhora dos hábitos alimentares são fundamentais e indispensáveis neste tratamento. Somente desta forma, o alívio de sintomas e a prevenção de complicações se torna possível.

O acompanhamento de um profissional médico capacitado é sempre necessário.Veja o que escrevi em meu artigo Gastroenterologia e Nutrologia – o que há em comum entre estas duas especialidades?

Obesidade e Cirrose

A incidência da obesidade no mundo tem aumentado de forma desenfreada.
O consumo de alimentos industrializados e ricos em Rolex replica carboidratos simples, associado a maus hábitos de vida, como o sedentarismo, o etilismo e o tabagismo, tem contribuído sobremaneira para o aumento desta condição, a qual tem se tornado um sério problema de saúde pública.
Junto a isso, termos como “esteatose hepática” tem sido cada vez mais abordados.
A esteatose é o acúmulo de gordura no fígado. Ela está presente em cerca de 60% de indivíduos que sofrem de obesidade. Este fato ocasiona uma continua inflamação neste órgão que, por sua vez, pode evoluir para cirrose, uma doença silenciosa, rolex replica watches que somente manifesta seus sintomas em fases mais tardias de evolução.
A cirrose é a falência do funcionamento do fígado. Este órgão regula o metabolismo da glicose e das gorduras, participa na síntese de proteínas e no processamento de drogas e hormônios.
Além de todas as funções, o fígado age também no replica Rolex watches armazenamento de vitaminas e minerais. Ele estoca algumas vitaminas como: A, B12, D, E e K, além de minerais como o ferro e o cobre.
É comum, em exames de rotina, constatarmos alterações em enzimas hepáticas no sangue (Gama GT, TGO e TGP). Estas, por sua vez, sinalizam algum grau de inflamação no fígado, sobretudo na obesidade. Por mínimas que sejam estas alterações, replica rolex é importante que sejam avaliadas por um profissional capacitado , que diagnosticará a causa e estabelecerá o tratamento mais adequado.
Além disso, é de fundamental importância os cuidados com a alimentação:
– Preferir alimentos naturais, ricos em fibras e carboidratos complexos (cereais integrais);
– Evitar o consumo de refrigerantes, bebidas alcoólicas e sucos industrializados;
– Não adicionar açúcares aos alimentos prontos;
– Consumir boas fontes de proteína (ovos, peixes, carnes magras);
– Exercitar-se com regularidade.
Todas as medidas citadas contribuem não somente com a saúde do seu fígado, mas também com a saúde corporal global, replica rolex watches proporcionando uma vida longa e com qualidade.
Dado o alerta, não somente o alcoolismo leva a cirrose. A má alimentação, o sobrepeso e a obesidade são causas frequentes desta doença tão temida, cujo único tratamento curativo existente é o transplante de fígado.