Câncer x Alimentação

Uma má alimentação é considerada a segunda causa de câncer que pode ser prevenida. No Brasil, cerca de 20% dos casos são causados por maus hábitos alimentares. Uma alimentação rica em vegetais e pobre em alimentos ultraprocessados, como aqueles prontos para consumo ou prontos para aquecer e bebidas açucaradas, podem prevenir de 3 a 4 milhões de casos novos a cada ano no mundo.

Há alimentos que curam o câncer?

O fato é que nenhum alimento tem o poder de curar o câncer, seja ele de que tipo for e em que estágio estiver. Há alimentos com alto teor de antioxidantes, que são compostos auxiliares a saúde corporal e que tem um poder de prevenir doenças. Exemplos comuns e acessíveis: limão, gengibre, curcuma, canela e pimentas.

Peso Corporal Influencia no Surgimento do Câncer?

Sobrepeso, obesidade e o ganho de peso na fase adulta Fake watches estão associados a cânceres no esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino grosso, rins, mama, ovário, endométrio, meningioma, tireóide, miolema múltiplo, próstata e linfoma difuso de grandes células B. Ou seja, quase todos os tipos.

Tudo isso acontece pois o tecido gorduroso gera uma intensa inflamação no corpo. Tal inflamação pode causar danos e mutações em células, o que aceleraria o surgimento da doença.

Mitos e Verdades

Há muitos mitos e verdades sobre a relação da alimentação com o câncer. Listei abaixo os top 10, de acordo com dados apresentados pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer).

Verdades:

Mitos:

  • MITO: consumir alimentos aquecidos no aparelho de microondas causa câncer. Isso não foi comprovado, já que estas microondas não alteram a estrutura molecular dos alimentos.
  • MITO: alimentos curam o câncer. Nenhum alimento replica watches cura o câncer. O consumo regular de fibras e evitar o de alimentos ultraprocessados previne o surgimento de diversos tipos de cânceres.
  • MITO: o consumo de carne vermelha causa câncer. Não, o consumo de carne vermelha não causa câncer, desde que seja inferior a meio quilo por semana. O preparo também influencia. Carnes tipo churrasco, tem compostos chamados nitrosaminas, que tem relação com certos tipos canceres.
  • MITO: suplementos alimentares tipo polivitamínicos previnem o câncer. Não, não previnem. O consumo indiscriminado e sem indicação médica, pode gerar certos transtornos a saúde.
  • MITO: adoçantes causam câncer. Isso não foi comprovado em humanos, somente em animais. A recomendação é o consumo moderado de adoçantes de fontes naturais tipo estévia e taumatina. Agora, pense um pouco em saborear o alimento, não adicione açúcar ou adoçante.

E a maior verdade, informe-se sempre, estude, não mantenha dúvidas. Consulte sempre o seu médico e se oriente a melhor forma possível. A sabedoria nos traz paz e serenidade, o conhecimento previne doenças, lembre-se disso.

Diverticulite ou Diverticulose?

A diverticulite é a inflamação de divertículos intestinais. Estes divertículos são pequenas bolsas ou sacos na parede intestinal, que surgem em pontos de maior fragilidade, geralmente replica watches UK onde os vasos de sangue que irrigam o intestino se inserem.

A diverticulose colônica é um mal que surge devido ao processo de envelhecimento natural do intestino. É importante diferenciar diverticulite aguda e diverticulose.

Como diferenciar diverticulite de diverticulose?

A diverticulite é uma inflamação de um ou mais divertículos. Ela se Rolex replica watches caracteriza por dor abdominal contínua, geralmente do lado esquerdo, prostração e febre.

A diverticulose  é um conjunto de divertículos no intestino. Ela pode não ter sintomas ou então cursar com dores abdominais intermitentes sem associação com febre.

Como proceder diante da suspeita de diverticulite?

O paciente com suspeita de diverticulite aguda deve procurar de imediato um pronto atendimento. Pacientes mais jovens, sem comorbidades tipo diabetes, hipertensão ou obesidade, e com sintomas brandos, podem ser tratados em casa, mas devem ser reavaliados periodicamente. Em casos mais graves, a internação hospitalar é indicada.

Alimentação e Mitos

A principal forma de prevenção da diverticulite aguda é evitar o surgimento destes divertículos e por isso é tão importante abordar as formas de prevenir a diverticulose colônica.

Uma alimentação equilibrada que preconiza a utilização de fibras alimentares de forma regular e em quantidades suficientes por dia, pode evitar o surgimento dos divertículos. A hidratação é fundamental pois dietas ricas em fibras, mas pobres em líquidos, podem cursar com distensão abdominal por gases e constipação, fatores estes que poderiam inclusive precipitar o surgimento de divertículos.

Boas fontes de proteína (peixes e ovos) e de carboidratos (alimentos integrais), também são formas de prevenção da diverticulose. O sobrepeso e a obesidade são patologias que lentificam o funcionamento intestinal. Além disso, enfraquecem precocemente sua parede e podem predispor ao surgimento de divertículos.

A ingestão de sementes sempre foi proibida em pacientes com diverticulite e diverticulose. Acreditava-se que, por não serem digeridas pelo trato digestivo, poderiam entrar replica watches num destes divertículos e ocasionar ou piorar a inflamação. Novos estudos mostram tratar-se de um mito. Pacientes que têm diverticulite ou diverticulose podem e devem ingerir sementes. As sementes são fontes de fibras e micronutrientes que contribuem para o bom funcionamento intestinal. O incentivo a uma efetiva mastigação deve ser feito nestes pacientes para um maior aproveitamento destas fibras.

Atividade Física

A prática de exercícios físicos tem função preventiva, além de manter um peso saudável, contribui para o regular funcionamento intestinal.

Mensagem Final

Uma alimentação equilibrada e individualizada de acordo com as necessidade nutricionais de cada indivíduo associada à prática regular de exercícios físicos, são fatores que previnem o surgimento de divertículos e, consequentemente, da diverticulite.

Hidratação, fibras alimentares (incluindo as sementes), boas fontes de proteínas e de carboidratos complexos são indicados. Dietas ricas em gorduras saturadas, alimentos processados (carboidratos simples), sódio em excesso e sedentarismo são fatores que devem ser banidos.

Adoçantes: o que é mito e o que é verdade?

Os substitutos do açúcar, mais conhecidos como adoçantes, tornaram-se muito populares e são opções dietéticas auxiliares no controle de doenças como diabetes e obesidade. Há muitos mitos acerca destes produtos, grande parte das vezes disseminados com objetivo difamatório.

Os adoçantes subdividem-se em dois grandes grupos. O primeiro, os não nutritivos, são os edulcorantes, caracterizados por dulçor intenso, utilizados em pequenas quantidades. Em segundo, os nutritivos, que podem substituir o açúcar em dulçor e conferir algum valor calórico ao alimento.

 

Tabela de Adoçantes aprovados no Brasil

Adoçantes Não Nutritivos Kcal/g Adoçantes de Corpo Nutritivos Kcal/g
Acessulfame-K 0 Sorbitol 2,6
Aspartame 4* Manitol 1,6
Taumatina 4* Xilitol 2,4
Neotame 0 Eritritol 0,2
Ciclamato 0 Isomaltitol 2,0
Sacarina 0 Lactitol 2,0
Esteviosídeo 0 Maltitol 2,1
Sucralose 0

* Contribuição calórica desprezível pela pequena quantidade usada em alimentos e bebidas

 

Adoçantes Intensos (Não nutritivos)

Sacarina

É o mais antigo dos edulcorantes, sendo um produto sintético cujo dulçor é 200 a 700 vezes maior ao do açúcar.  Por algum tempo, a sacarina foi considerada como agente causador de câncer de bexiga em estudos experimentais com ratos. No entanto, avaliações mais recentes mostraram que isto se deve a uma interação do produto com fatores inerentes ao próprio animal. Após estas análises, seu uso foi liberado para consumo humano.

Ciclamato

Outro adoçante sintético que tem dulçor de 30 a 50 vezes maior que o da sacarose. Estudos demonstram que o ciclamato não é cancerígeno por si só. O ciclamato não é metabolizado pela maioria das pessoas, no entanto, quem o metaboliza gera produtos extremamente tóxicos. Alguns países liberaram o consumo do ciclamato. Já outros não permitem o seu consumo isolado, e nem como aditivo de alimentos ou formulações com adoçantes. Geralmente ele é associado a sacarina, para se mascarar o seu sabor residual metálico.

Aspartame

É um adoçante sintético metabolizado em ácido aspártico e fenilalanina.  Por isso seu consumo é contraindicado em indivíduos com fenilcetonúria, doença genética caracterizada pela incapacidade de metabolização da fenilalanina. Nenhum estudo comprovou sua associação com câncer. No entanto, recomenda-se que não seja aquecido longamente, devido a geração de composto instáveis.

Acessulfame-K

Adoçante sintético que não é metabolizado pelo organismo humano. Seu dulçor supera em 200 vezes o do açúcar. Pode ser aquecido a temperaturas de até 200 graus. Nenhum estudo até hoje verificou a associação de seu uso com o surgimento de câncer.

Sucralose

É uma molécula que tem cloro na sua composição e por tal motivo veiculou-se que teria efeitos nocivos, assemelhando-se ao de pesticidas. No entanto, outras moléculas tem cloro em sua composição e nunca tiveram nenhuma correlação com efeitos tóxicos de pesticidas. Um exemplo comum é o próprio sal de cozinha. A sucralose, portanto, tem consumo liberado, variando seu dulçor entre 400 a 800 vezes em comparação com o da sacarose.

Taumatina

A taumatina é um edulcorante retirado de plantas do oeste africano. Ela não é tóxica, podendo ser consumida com segurança. O grande problema deste adoçante é a limitação em obtê-lo de suas fontes naturais.

Neotame

O neotame é um edulcorante formado por aminoácidos presentes no aspartame. Chegou-se a veicular que o neotame teria algum efeito tóxico sobre o sistema nervoso central, no entanto, tal afirmação em momento algum foi confirmada em algum estudo. Concluiu-se tratar de uma inverdade difamatória sobre o produto.

Glicosídeos do esteviol

Folhas de um planta chamada Stevia rebaudiana bortoni deu origem a este adoçante. Inúmeros estudos comprovam a segurança deste produto. Seu dulçor chega a 300 vezes o do açúcar.

 

 

Adoçantes Nutritivos (Poliois ou Agentes de Corpo)

Essa classe especial de substitutos do açúcar, são carboidratos curtos e que possuem baixo índice glicêmico. Por tal motivo são recomedados para controle de peso e de glicemias.

Muitos destes produtos são extraídos de frutas, como por exemplo o eritritol e xilitol. O lactitol é produzido através de reações enzimáticas sobre a lactose.  O manitol e o sorbitol podem ser encontrados na cebola, aipo, beterraba, azeitonas, figo, cogumelos e algas.

 

Afinal, adoçantes são seguros?

Um grande estudo que foi recentemente publicado conclui que não há evidências para se afirmar que os adoçantes estão relacionados ao risco de se ter algum tipo de câncer.

A vantagem dos adoçantes é que eles tornam, no mínimo, factível a realização de uma dieta para indivíduos que precisam perder peso. O melhor, na verdade, é se utilizar do sabor do próprio alimento, não se adicionando açúcar ou adoçantes, já que estes mascaram o seu real sabor.

É sempre bom ressaltar a importância da avaliação de um profissional em terapia nutricional. O embasamento em ciência e a promoção de uma nutrição coerente, individualizada e prazerosa são os objetivos primordiais.

A obesidade é uma doença grave?

A obesidade, por definição, é uma doença crônica caracterizada pelo replica watches excesso de tecido gorduroso acumulado no organismo.  A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a obesidade baseando-se no índice de massa corporal (IMC) definido pelo cálculo replica Rolex do peso corporal, em quilogramas, dividido pelo quadrado da altura, em metros quadrados (IMC = kg/h2(m)). A obesidade é caracterizada quando o IMC encontra-se acima de 30 kg/m2.

O IMC é falho para se definir classificações de adequação de peso, já que alguns indivíduos tem peso excessivo devido a preponderância da massa muscular. Outros, mesmo com o peso normal, tem uma quantidade percentual de gordura corporal elevada.

Qual a gravidade da obesidade?

Há alguns anos, não sabíamos, ou mesmo não atentávamos, que o excesso de gordura corporal não causava apenas um aumento no peso, mas uma série de alterações no metabolismo corporal. Houve uma época que o excesso de peso corporal era associado a saúde.

A obesidade, de fato, é uma condição de risco nutricional. Geralmente estes indivíduos ingerem alimentos ricos em carboidratos simples,  no entanto, deficientes em proteínas,  vitaminas, fibras e micronutrientes.

Hoje é bem claro que não existe obeso saudável. Toda condição de obesidade implica em riscos. Por tal motivo e pela crescente incidência, considera-se como um problema de saúde pública. Cerca de 20% da população brasileira é obesa.

São vários os distúrbios causados pela obesidade:

  • Doenças cardiovasculares: hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, doença cérebro-vascular, trombose venosa profunda;
  • Doenças endócrinas: diabetes mellitus tipo II, dislipidemia, hipotireoidismo, infertilidade;
  • Distúrbios respiratórios: apneia obstrutiva do sono, doença pulmonar restritiva);
  • Distúrbios gastrointestinais: hérnia de hiato, doença do refluxo, cirrose, esteatose e colecistite;
  • Distúrbios dermatológicos: estrias e papilomas;
  • Distúrbios músculos-esqueléticos: como osteoartrose e defeitos posturais;
  • Neoplasias: câncer de mama, próstata, estômago ou cólon;
  • Distúrbios psicossociais: sentimento de inferioridade e isolamento social;
  • Aumento do risco cirúrgico e anestésico;
  • Diminuição da agilidade física.

Síndrome Metabólica

A sídrome metabólica representa um grupo de fatores de risco cardiometabólico que incluem a obesidade abdominal, aumento da pressão arterial, da glicemis de jejum e triglicerídeos, com redução do HDL (o bom colesterol). Esta síndrome  está associada a uma maior incidência de doenças cardíacas tais com infarto, além de uma maior mortalidade.

A obesidade abdominal tem uma correlação forte com o risco de diabetes. Estudos mostram que diabetes, doenças arteriais, sedentarismo, dietas ricas em carboidratos, aumentam o risco da síndrome metabólica.

Redução de peso, intervenções sobre o estilo de vida, sobretudo cessação do tabagismo e atividade física regular, correlacionam-se significativamente com a melhoria da síndrome metabólica.

Obesidade e Custos

O impacto para o sistema de saúde é expressivo. O Brasil gasta cerca de R$ 16,9 bilhões por ano com tratamentos de problemas relacionados à obesidade, como asma, hérnia de disco e distúrbios cardiovasculares.

Os números reunidos pelo Ministério da Saúde mostram que os efeitos da obesidade já são sentidos. O diabetes, por exemplo, cresce de forma expressiva. Entre 2006 e 2017, os registros subiram 49% entre a população de 25 a 34 anos. Com isso, os gastos tendem a se acentuar ainda mais.

Conclusões

É fato que a obesidade é uma doença crônica grave e que precisa ser tratada de imediato. A abordagem deve ser multidisciplinar e a equipe deve estar plenamente engajada no processo de tratamento do paciente. Terapia nutricional e medicamentosa deve ser instituída.

A cirurgia de redução do estômago, chamada também de cirurgia metabólica, deve ser oferecida ao paciente no momento correto. Toda a implicação de riscos e benefícios deve ser aclarada. O acompanhamento nutricional pré operatório deve ser instituído o mais precocemente possível, para que o sucesso do procedimento seja alcançado e o reganho de peso pós-operatório evitado.

A assistência psicológica é fundamental. É importante que sentimentos de derrotismo, vitimização e inércia sejam profundamente explorados e tratados. Expressões pejorativas, apologias ou condenações devem ser taxativamente evitadas.

O paciente deve ser empoderado e incluído totalmente no processo. Deve ser salientado ao mesmo que o processo de cura está em suas mãos.

E sempre a velha máxima deve ser repetida, o melhor tratamento é a prevenção. Atenção as dietas de transição que são oferecidas após o desmame (que deve ser feito no tempo correto), atividade física regular e desde sempre e uma alimentação saudável, isenta de alimentos processado são medidas preventivas pertinentes e eficazes.

Hepatite Medicamentosa: Um Alerta

Muito pouco se comenta, mas a hepatite medicamentosa é uma doença cada vez mais diagnosticada. E quando se fala em automedicação, a população brasileira talvez seja a campeã mundial, pois a frequência de uso de medicamentos de forma não indicada tem aumentado de forma alarmante.

Parentes, o colega de treino ou o balconista da farmácia replica Rolex se tornaram corriqueiros prescritores, o que aumenta a incidência desta doença. Mais de 900 medicamentos orais e injetáveis, toxinas e ervas foram relatados como causadores de hepatites medicamentosa, que é uma lesão caracterizada pela inflamação e morte de células hepáticas, fato este que leva a disfunção deste órgão.

Uma estatística assustadora

Cerca de 10% dos pacientes com hepatite medicamentosa Rolex replica evoluem para óbito ou necessidade de transplante de fígado. Ou seja, em cem pessoas que consomem um determinado medicamento sem indicação ou prescrição, cerca de dez podem ter a necessidade de um transplante hepático ou morrer.

Os exames de função hepática na hepatite medicamentosa podem permanecer alterados por cerca de seis meses, em até 20% dos casos. A cirrose pode ocorrer em cerca de 3% destes pacientes. É pouco, mas a cirrose é uma doença que mata, somente é curada com transplante de fígado e, antes de matar, leva a um sofrimento descomunal.

Sintomas da Hepatite Medicamentosa

Os sintomas são altamente variáveis, pois vão desde a elevação assintomática de enzimas hepáticas até insuficiência hepática fulminante, patologia grave, letal, cujo tratamento é o transplante.

Os sintomas mais comuns na hepatite medicamentosa são:

  • Icterícia (amarelão);
  • Febre;
  • Dor abdominal;
  • Sonolência e hemorragias em casos mais graves.

Algumas patologias podem predispor a hepatite Breitling replica watches medicamentosa, pois também afetam o fígado:

  • Alcoolismo e associação com o uso de outros medicamentos;
  • Diabetes;
  • Desnutrição;
  • Obesidade e Esteatose Hepática.

Componentes relacionados a Hepatite Medicamentosa

Todo medicamento metabolizado pelo fígado, pode causar hepatite medicamentosa. Esta doença, em muitas vezes, não depende da dose do medicamento, pois pequenas doses causam a lesão. Já outros medicamentos, como o paracetamol, podem causar hepatite medicamentosa, sobretudo quando utilizado em doses mais altas.

O uso frequente e indiscriminado de anabolizantes aumentou a incidência de hepatite medicamentosa entre jovens. É válido ressaltar que a incidência de hepatites virais, sobretudo a B e a C, cresceu neste grupo devido ao compartilhamento de seringas.

Medicamentos fitoterápicos tem sua contribuição nos números da hepatite medicamentosa. Chás, como o de Confrei, podem levar a uma doença hepática pois causam obstrução de seus vasos (doença veno-oclusiva) de 19 a 45 dias após o seu consumo.

Outros chás podem ser agentes da hepatite medicamentosa:

  • Cavalinha;
  • Kava-kava;
  • Ma-huang;
  • Chá verde;
  • Valeriana;
  • Cáscara sagrada;
  • Unha de gato;
  • Chaparral.

Tratamento e Prevenção

Evitar automedicação é o primeiro passo para prevenção de hepatite medicamentosa. O conhecimento dos agentes comumente implicados e o alto índice de suspeita são essenciais pois auxiliam no diagnóstico e no estabelecimento de uma terapêutica precoce. Um banco de dados útil para pesquisa de fármacos correlacionados a hepatite medicamentosa é o Liver Tox.

Ao primeiro sinal de doença hepática deve-se procurar de imediato um pronto atendimento, pois é uma doença grave. A internação hospitalar, quando indicada, deve ser feita com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar (gastroenterologista/hepatologista infectologista, clínico e equipe de terapia nutricional) em um hospital que possua um centro de terapia intensiva.

Procure sempre um médico, pois este é o profissional capacitado a lhe auxiliar. Informe-o sobre qualquer medicamento ingerido, pois isso auxilia o monitoramento dos sinais clínicos e os exames laboratoriais. Quando qualquer sintoma de qualquer doença não melhora, a indicação é rever o diagnóstico para se estabelecer uma nova conduta. Nunca use medicamentos sem indicação médica. O bom senso, adequada utilização de informações e autocuidado são atitudes fundamentais pois levam a uma vida plena e a prevenção de doenças.

Entendendo o H.pylori

O Helicobacter pylori ( H.pylori )  é uma bactéria responsável pela formação de gastrites e úlceras. A infecção por esta bactéria está também relacionada ao câncer gástrico (adenocarcinoma) e ao linfoma gástrico de baixo grau.

Na verdade este microorganismo é o causador da infecção crônica bacteriana mais comum do mundo. Ela pode ser adquirida na infância, replica watches mas é mais comum em adultos. Cerca de 50% dos indivíduos com 60 anos nos Estados Unidos estão infectados pelo H. pylori.

Qual é a forma de contágio?

A transmissão pode ser oro-oral ou fecal-oral e por isso são comuns infecções em pessoas que convivem num mesmo ambiente. Profissionais de saúde, sobretudo gastroenterologistas e endoscopistas tem um risco maior de contrair esta infecção.

Sem pânico, não há necessidade de viver em bolhas. Medidas de higiene, como lavar bem as mãos e higienizar bem os alimentos antes de consumi-los, são maneiras eficazes para se evitar esta infecção.

Como o H.pylori sobrevive no estômago?

Esta bactéria se adaptou através de mecanismos evolutivos ao ambiente ácido do estômago.

Audemars Piguet replica Quando ela infecta uma região do estômago chamada antro, pode ocorrer um aumento da acidez gástrica o que pode ocasionar úlceras. Quando a infecção é predominantemente no corpo gástrico, outra região do estômago, há uma redução no tamanho e funcionalidade das células gástricas, o que é chamado de atrofia.

A amônia que é produzida por esta bactéria, permite que ela sobreviva ao ambiente ácido do estômago, mas também causa uma lesão na barreira de muco, outro fator que pode levar a formação de úlceras.

Diagnóstico

A infecção pelo H.pylori pode ser detectada por testes endoscópicos e pela biopsia da mucosa gástrica.

A dor abdominal e a queimação são sintomas relacionados a gastrite e úlcera. A presença da bactéria, sem haver lesões na mucosa gástrica, geralmente não causa sintomas. Carências vitamínicas podem ocorrer, pois esta bactéria, por causar uma atrofia nas células gástricas, replica Hublot watches  leva e secreção inadequada de uma substância que permite a absorção de nutrientes pela mucosa intestinal.

Um teste eficaz na detecção da infecção pelo H.pylori é o teste respiratório com ureia marcada com carbono 14 ou 13. Este teste é útil para controle de cura após o tratamento e evita a repetição de uma endoscopia num período curto de tempo.

Exames sorológicos não são muito utilizados para diagnóstico desta infecção, pois podem ser positivos mesmo com a bactéria erradicada.

Como, quando e quem tratar?

A infecção pelo H.pylori é tratada com esquemas de associação de antibióticos e antiácidos, geralmente os inibidores de bomba protônica, como o omeprazol ou lansoprazol.

Todo paciente com úlcera, erosões gástricas, gastrite ou mesmo câncer deve ser tratado. Há muita controvérsia em se tratar pacientes assintomáticos. Mas a influência do H.pylori no surgimento do câncer gástrico tem levado a recomendação de sua erradicação.

É importante ressaltar que o uso de antibióticos tem efeitos colaterais. Reações alérgicas, dores abdominais, diarreia, náuseas e vômitos são achados frequentemente relatados. Por tal motivo todo tratamento deve ser prescrito e monitorado por um médico.

Fatores de Risco

Infecções pelo H.pylori são mais danosas em pacientes com maus hábitos alimentares, sobretudo naqueles com dietas ricas em sódio e alimentos ultraprocessados.

Tabagismo, que é outro fator altamente prejudicial, piora substancialmente a doença ulcerosa e eleva o risco de câncer.

Comer bem e ter hábitos saudáveis de vida nunca deixarão de ser recomendações primordiais para qualquer tratamento de qualquer patologia. De toda forma, é verdadeira a máxima da orientação de acompanhamento por um gastroenterologista nestes casos.

Diabetes e Digestão

O que é o diabetes?

Diabetes é uma doença crônica caracterizada pela não produção de insulina ou a sua baixa utilização pelas células do nosso organismo.

A insulina é um hormônio produzido pelo replica watches pâncreas e que regula o metabolismo da glicose em nosso corpo.

Tipos de diabetes

Há basicamente dois tipos de diabetes.

Diabetes Tipo I

Neste subtipo, mais comum em crianças e adolescentes, o pâncreas não produz a insulina devido a uma lesão sofrida em suas células pelo sistema imunológico. Logo, a glicose fica elevada e o nível de insulina fica reduzido. É uma doença que tem forte influência genética.

Diabetes Tipo II

Este subtipo surge quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz e por tal motivo tende a produzir mais como reflexo aos níveis crescentes de glicose. Ela se manifesta mais frequentemente em adultos. Nestes casos, a glicemia e a insulina podem estar elevadas.

É o subtipo comum entre replica rolex watches pacientes obesos ou pacientes que fazem uso de corticóide por tempo prolongado.

E qual a relação do diabetes e do sistema digestivo?

As glicemias elevadas, comuns em pacientes diabéticos, causam lesões em pequenos vasos do corpo e na inervação de diversos órgãos.

Feridas nos pés, lesões na retina e nos rins são complicações que podem ocorrer no diabetes.

Estas mesmas lesões ocorrem também no sistema digestivo. Sensação de empachamento precoce ao se alimentar podem acontecer. É o que se chama de gastroparesia.

Os intestinos ficam com a sua movimentação alterada e estes pacientes podem ficar constipados ou mesmo apresentarem diarreia.

A flora bacteriana se modifica, ou pela alteração da movimentação rolex replica watches intestinal ou pela dieta rica em carboidratos simples.

Uma patologia chamada de supercrescimento bacteriano de intestino delgado se instala e a absorção de nutrientes fica prejudicada. Esta síndrome pode também causar diarreia e desnutrição.

E o que fazer nestas situações?

Sempre o melhor remédio é a prevenção. Alimentação saudável e atividades físicas para manutenção da composição corporal adequada é a recomendação primordial.

A normalização dos níveis de glicemia é mandatória. Além da alimentação com baixos níveis de sacarose, lança-se mão do uso de medicamentos hipoglicemiantes e da insulina.

É importante ressaltar que, em grande parte das situações, tais complicações, inclusive as digestivas, instalam-se quando o controle do diabetes é negligenciado.

O controle dos sintomas das complicações digestivas pode ser difícil. O uso de medicamentos procinéticos (reguladores das contrações – peristaltismo – intestinais), fibras e probióticos é indicado.

É sempre importante ressaltar a necessidade do acompanhamento médico e nutricional. Parte diferencial neste tratamento é a conscientização do paciente acerca de sua doença. Sem a sua cooperação e o seu entendimento, o bom controle glicêmico e o bem estar jamais serão atingidos.

Comer bem: uma definição

Comer bem, de fato, o que é?

“Comer de 3 em 3 horas, um alimento saudável.” Frase de rotina, quase um clichê.

A recomendação de um plano alimentar pré determinado e a ignorância a toda a individualidade social e cultural é um fato recorrente. A difusão de uma enxurrada de informações (inverdades, muitas vezes) através de uma mídia que praticamente dita comportamentos, replica Hublot acaba por disseminar modismos que não são aplicáveis a nenhuma realidade. São verdades impostas quase disfuncionais.

A influência da indústria

A forte influência da indústria alimentícia visa o consumo desregrado de alimentos excessivamente processados e imersos em conservantes e compostos que são nocivos a saúde. A única meta desta indústria é o sucesso em vendas e não a saúde. É o famoso “gostoso que faz bem”, que não faz tão bem assim.

Outro fato relevante é que a nossa forma de adquirir o alimento mudou drasticamente. Nossos ancestrais iam em busca dele, ou seja, caçavam ou colhiam para própria subsistência. Tinham um expectativa de vida menor, dadas as condições adversas do meio. Hoje a comida bate a nossa porta a um clique no aplicativo do celular. Nosso gasto energético é mínimo e nosso ganho calórico tende a ser extremamente fácil. Hoje vivemos mais tempo, mas não necessariamente com qualidade.

Tag Heuer replica É um paradoxo que beira o absurdo. Há uma oferta excessiva de alimentos, mas á uma escassez de produtos saudáveis e de terra para cultivo em alguns lugares do mundo. Alimentos que tem um cultivo racional e orgânico, têm um custo elevado e servem a pouco segmentos da sociedade.

Como comer

O ato de comer vai além de ingerir o alimento para suprir as necessidades da matemática nutricional. Comer bem passa pelo respeito cultural e ambiental aliados ao prazer da degustação. A memória afetiva é despertada pelo alimento.

Comer bem é conhecer a fundo o que se ingere. É entender de vez que o carboidrato é fonte de energia, basta escolher boas fontes, optar pelos integrais e evitar excessos. É parar de achar que se deve evitar todo o tipo de gordura. É entender que fibra não serve apenas como laxante.

Uma verdade

Replica watches Todo alimento gera ganho de peso, sem exceção. Nenhum alimento emagrece, de fato. É o equilíbrio e as boas escolhas, associadas a prática de atividades físicas regulares é que geram saúde.

Profissionais de saúde devem orientar e sanar dúvidas, jamais impor condições que sejam restritivas de alguma forma. O bom profissional em terapia nutricional deve ser empático, deve se colocar no lugar do outro e entender a necessidade e a individualidade.

Não há definição precisa sobre o que é comer bem. Esse conceito é variável e sofre influências do meio e do momento. De toda forma, ele deve permear o respeito a saúde física e psíquica do indivíduo, além da conservação ambiental no modo de produzir este alimento.

Comer bem, que mal tem?  Em verdade, nenhum.

Peso e composição corporal: saiba a diferença

O peso não é uma medida que reflete a composição corporal. Indivíduos que, muitas vezes, têm o peso dentro do recomendado para altura podem ter uma composição corporal inadequada.

É importante que saibamos que nosso corpo possui quatro grandes compartimentos: o de água, o de músculos, o de ossos e o de gorduras. E cada uma desses rolex replica compartimentos tem um peso. E o peso corporal formado pela somatória do peso destes quatro compartimentos.

Se estivermos em um momento de hiperidratação, o que conhecemos por edema ou inchaço, estaremos mais pesados. Ou mesmo se formos mais musculosos, também pesaremos mais.

Em que momento o pesar é importante?

O peso pode nos auxiliar numa avaliação temporal. A partir do momento que determinamos nossa composição corporal, o ato de subir numa balança periodicamente pode nortear este controle.

Como determinar a composição corporal?

Um desses métodos é a antropometria, que é a determinação da composição corporal através das medidas das circunferências do corpo. Afere, de forma aproximada, o percentual de gordura e de músculo que cada indivíduo examinado possui. A desvantagem deste cheap Replica Watches método é que ele pode variar muito dependendo do examinador, e por isso recomenda-se que seja sempre feito pelo mesmo profissional.

Outra forma existente para se diferenciar compartimentos corporais é a bioimpedância. Este é um método aprovado pela ANVISA, que avalia a composição corporal através da análise da resistência que os tecidos impõem à passagem de uma corrente elétrica segura, a biorresistência. Através dela é possível se estimar as quantidades de gordura, massa muscular, água, minerais, taxa metabólica basal e consumo calorico recomendado a cada indivíduo. A grande desvantagem deste método é que os aparelhos mais precisos tem um custo elevado. Gestantes e portadores de marcapasso devem informar antes de realizar este exame.

De toda forma, mesmo que, por algum motivo, não seja possível determinar a composição corporal pelos métodos disponíveis, isso não invalida as medidas para se alcançar hábitos saudáveis de vida.

Resumindo:

Evite pesar-se excessivamente, isso pode gerar uma ansiedade que muitas vezes não se justifica. Quando o fizer, que seja pela manhã, ao acordar, top replica watches em jejum e após urinar e evacuar.

Tenha em mente que não se emagrece passivamente, a não ser que haja alguma doença não detectada. Se deseja ter um peso saudável, entenda que uma atitude de mudança é imprescindível.

Orientações embasadas cientificamente, que sejam factíveis, ou seja, que sejam seguras e viáveis, alimentos de verdade, suplementações indicadas quando são realmente necessárias, tudo individualizado de acordo com a necessidade, auxiliam sobremaneira todo este processo.  Para isso sempre procure auxílio de um profissional capacitado.

Diarreia, como abordar?

A diarreia caracteriza-se pelo aumento do número de Rolex replica evacuações ao dia e pela redução em sua consistência, podendo ser líquida ou pastosa.  A diarreia é uma das causas mais comuns de desidratação, consequência esta mais preocupante em crianças.

CAUSAS

As causas da diarreia são diversas, podendo variar desde infecções bacterianas e virais, rolex replica watches parasitoses intestinais, intoxicações e intolerâncias alimentares.

Alguns medicamentos podem ser causadores de diarreia tais como antiácidos, antibióticos, altas doses de vitamina C e quimioterápicos.

Intolerância a lactose também é causa de diarreia, manifestando-se somente quando leite e derivados são ingeridos.

A doença celíaca, ou intolerância ao glúten, causa replica Rolex watches diarreia intensa e muitas vezes associada a déficits de crescimento em crianças e acentuado emagrecimento.

É um sinal presente em 100% das doenças inflamatórias intestinais e pode também estar associada a doenças sistêmicas, tais como o diabetes.

TIPOS DE DIARREIA

Replique Montre Pas Cher A diarreia pode ser classificada de acordo com sua cronologia.

A diarreia aguda tem inicio repentino e duração rápida. Os sintomas são variáveis, desde leves com diarreias de pequeno volume, até as mais graves que cursam com febre, desidratação, náuseas e vômitos.

As diarreias crônicas tem duração mais prologada, podendo ser Rolex replica watches volumosas ou não. De um modo geral, tais formas requerem uma investigação mais minuciosa.

MANEJO CLÍNICO DA DIARREIA

É primordial, ao se constatar o quadro diarreico, hidratar e aliviar os sintomas associados, tais como febre e dor.

Na investigação diagnóstica deve-se determinar o tempo de sintomas, rolex replica watches características das fezes, presença de elementos anormais (tipo sangue, muco ou restos alimentares), histórico dietético, viagens recentes, condições de saneamento e higiene pessoal e uso de medicamentos.

Em momento algum deve-se usar medicamentos como antibióticos, antiinflamatórios e constipantes. Na verdade, estes grupos de medicamentos podem agravar e prolongar os sintomas.

Probióticos e fibras alimentares solúveis podem ser indicados, sob supervisão médica, como auxiliares do tratamento.

SITUAÇÕES ESPECÍFICAS

Em algumas situações, sobretudo naquelas em que a diarreia é intensa e prolongada, algumas situações devem ser pesquisadas.

  • Doenças Inflamatórias Intestinais: cursam geralmente com presença de sangue ou muco nas fezes diarreicas e emagrecimento.
  • Supercrescimento Bacteriano de Intestino Delgado: situação em que existe um desequilíbrio duradouro na microbiota intestinal, havendo um crescimento exagerado na população de bactérias do intestino. Comum em pacientes com diabetes, pacientes obesos pós cirurgia bariátrica e idosos.
  • Disautonomia: condição que pode estar presente em pacientes diabéticos e que se caracteriza por uma irregularidade na movimentação intestinal e muitas vezes perda fecal involuntária.
  • Infecção pelo Clostridium dificille: Bactéria presente na microbiota intestinal normal, mas que, quando em desequilíbrio, causa diarreias graves. Comum em pacientes internados, institucionalizados e que usaram algum tipo de antibiótico recentemente.
  • Intolerância a Lactose: condição que ocorre quando a lactase, enzima que quebra o carboidrato d0 leite (lactose) em glicose e galactose, está reduzida ou usente.
  • Doença Celíaca: condição em que a absorção dos nutrientes pelo intestino está prejudica pela destruição que o glúten pode gerar na mucosa intestinal.
  • Tumores do Intestino: podem cursar com sintomas variados, desde diarréia ou constipação intestinal, além de emagrecimento progressivo.

RECOMENDAÇÕES

  • Beba muito líquido, de 2 a 3 litros por dia;
  • Jamais deixe de comer. Tal medida pode agravar o quadro de desidratação. Prefira ingerir arroz, caldos de carne magra, bananas, maçãs e torradas. Esses alimentos dão mais consistência às fezes;
  • Evite saladas e bagaços de frutas, devido ao alto teor de fibras insolúveis que podem piorar a diarreia;
  • Evite alimentos gordurosos, refrigerantes e bebidas alcoólicas;
  • Não consuma adoçantes a base de sorbitol;
  • Lavar as mãos e cuidar bem da higiene alimentar são medidas preventivas.

Procurar um profissional médico capacitado é sempre indicado para a melhor e mais rápida solução da diarreia e a pronta recuperação clínica.